Mercado PET Rumo aos Dois Dígitos a Partir de 2012
O setor de produtos e serviços para bichos, projeta um crescimento próprio de 7% para este ano e de dois dígitos a partir do próximo, em diante. O quecimento da economia doméstica movimenta R$ 5,5 bilhões no País, em mais de 100 mil pontos de venda, com base na segunda maior população de cães e gatos do mundo, aponta a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfalpet). O principal produto desse mercado são as rações, cujo consumo se concentra nos Estados de São Paulo (32,1%), Rio de Janeiro (31%) e Minas Gerais (26,5%).
O setor de produtos e serviços para bichos, projeta um crescimento próprio de 7% para este ano e de dois dígitos a partir do próximo, em diante. O quecimento da economia doméstica movimenta R$ 5,5 bilhões no País, em mais de 100 mil pontos de venda, com base na segunda maior população de cães e gatos do mundo, aponta a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfalpet). O principal produto desse mercado são as rações, cujo consumo se concentra nos Estados de São Paulo (32,1%), Rio de Janeiro (31%) e Minas Gerais (26,5%).
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Fornecimento e Produção
"O mercado pet brasileiro tem a meta de fornecer o alimento industrializado a quase 60 milhões de animais, majoritariamente cães, com uma produção estimada em 2,7 milhões de toneladas (20% superior à atual, que abastece cerca de 40 milhões de bichos de estimação, num universo de 98 milhões), segundo relata Edson Galvão, diretor executivo da Anfalpet. A Anfalpet estima que o setor tenha comercializado 1,8 milhão de toneladas de ração no ano passado, um recorde para a série histórica (iniciada em 1994, quando se vendia apenas 220 mil toneladas no País).
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Canais de distribuição
Segundo Galvão, há algo entre 30 mil e 40 mil pet shops em funcionamento no País. “Além das lojas especializadas, super e hipermercados respondem por 28% das vendas totais. Inclusive as redes pequenas começaram a pôr esses produtos nas gôndolas", diz o representante do setor. A incidência da categoria premium, de rações com alto valor agregado, chega a 10% do volume comercializado e a 30% do faturamento total, que é de R$ 5,5 bilhões no varejo do segmento”, afirma. (DCI)
