22/02/17
A receita de vendas do comércio varejista abriu o ano com uma retração de 3,7% em janeiro em relação ao mesmo período de 2016, depois de descontada a inflação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Em dezembro, o índice havia registrado retração de 3,9% nas mesmas bases de comparação. Em termos nominais, as vendas no varejo ampliado cresceram 1,1% em relação a janeiro de 2016, beneficiado pelo calendário com as trocas de dias da semana e pelo feriado de Ano Novo que, neste ano, ocorreu em um domingo (em 2016, ocorreu em uma sexta-feira).
16/02/17
Segundo dados divulgados pela Abia - Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação, o setor de alimentação fechou o ano de 2016 com volume de fusões e aquisições 25,7% maior que o ano anterior. Uma movimentação de R$ 11,6 bilhões. O faturamento de R$ 614,3 bilhões, atingiu crescimento nominal de 9,3% em relação a 2015. A pesquisa mostra que a produção teve queda de 0,96%, percentual menor que 2015, quando a baixa foi de 2,9%. As vendas também melhoraram em relação a 2015, que registrou queda de 2,73%. Em 2016, a retração de 0,63%. As exportações do setor subiram 3,4% em 2016, alcançando US$ 36,4 bilhões.
07/02/17
De acordo com indicador elaborado pela Serasa Experian, a atividade do varejo registrou queda de 4,2% em janeiro, na comparação com janeiro de 2016. Enquanto isso, em relação a dezembro, o recuo foi de 2,1%, feitos os ajustes sazonais. Conforme os economistas da Serasa Experian, o aumento do desemprego e a necessidade do consumidor em quitar dívidas mantiveram o consumo enfraquecido no primeiro mês de 2017. A maior queda dentre os segmentos varejistas em janeiro ocorreu nas lojas de material de construção, recuo de 3,6% se comparado a dezembro. Já o setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas registrou alta de 0,8%.
07/02/17
Ainda que exista um aumento em pagamentos digitais, o dinheiro em cédulas continua sendo muito utilizado no varejo do Brasil e do mundo. Porém, há custos embutidos nesta forma de pagamento aos quais precisamos estar atentos. Especialistas destacam os principais pontos onde os custos com dinheiro se concentram: - Custo da Desconfiança;- Custo com Pessoal;- Custos de Contagem;- Custo dos Erros.Muitos desses problemas podem ser resolvidos com o auxílio da tecnologia para prevenção de perdas. A linha de cofres inteligentes Intelisafe desenvolvida pela Gunnebo ajudam não só na contagem, como em todo o processo de manuseio e monitoramento de dinheiro.(Informe Publicitário)
06/02/17
Pesquisa recente mostra que roupas, sapatos e eletrônicos lideram as categorias em que o consumidor está mais disposto a adquirir produtos premium (40%). Eles são seguidos por carne ou frutos do mar (35%) e produtos para cuidado capilar e higiene bucal (34% ambos). Outros como desodorante (33%), cuidado corporal (32%) e lácteos (31%) também são importantes. Esses produtos, em sua maioria, são comprados na loja de um varejista nacional(33%), enquanto 29% prefere fazer online (nacional). Apenas 10% diz comprar na loja de um varejistas no exterior e 9% online (internacional).
06/02/17
