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Imagem: Lenovo Muda Estratégia no Brasil

A maior fabricante de computadores do mundo perdeu dinheiro no Brasil e agora tem uma nova estratégia. Agora, a empresa vai buscar crescimento em smartphones e rentabilidade em computadores. O passo inicial da reformulação foi a venda da CCE, adquirida em 2012 por R$ 300 milhões, de volta para a família Sverner no fim do ano passado. O acordo, que não teve o valor revelado, envolveu a marca e também a fábrica em Manaus (AM), que havia sido adaptada para a montagem de placas usadas nos computadores da Lenovo. A CCE continuará na lista de fornecedores de componentes e os Sverner poderão voltar a vender produtos com a marca CCE em 2017. (Valor)

08/01/16

Imagem: Apple Reduz Produção de Iphone 6

Sempre anunciando recordes de vendas, dessa vez a Apple comunicou ao mercado uma redução de 30% na produção de seus novos Iphones, iPhone 6 e o 6 Plus, no trimestre janeiro-março em comparação com seus planos originais, para diminuir os estoques altos dos varejistas em todo o mundo. De acordo com a Apple, a normalidade na linha de produção deve voltar entre abril e junho. A medida afeta, principalmente, os fornecedores de peças japoneses e sul-coreanos, que terão queda nas vendas, consequentemente. (Valor)

07/01/16

Imagem: BRF Conclui Aquisição no Catar

A companhia informou a conclusão da compra de parte do negócio de distribuição de alimentos congelados da Qatar National Import and Export (QNIE), no Catar. "A companhia reforça que a transação está em linha com o seu plano estratégico de globalização, por meio do acesso a mercados locais, do fortalecimento das marcas da BRF e da distribuição e expansão do seu portfólio de produtos ao redor do globo", declarou a BRF em nota. A QNIE atua como distribuidora da BRF no Catar há mais de 40 anos e o negócio firmado recentemente teve valor total de US$ 140 milhões. (Reuters)

07/01/16

Imagem: Setor de Massas Deve Somar 3 Anos sem Avanço

A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) espera manter este ano o volume de produção de 2015, totalizando três anos sem avanço. "Só o faturamento avança, mas pela reposição dos preços e não pela alta nas vendas", diz o presidente da Abimapi, Claudio Zanão. O aumento da taxa de desemprego e a continuidade do quadro de economia em recessão são citados por Zanão como os principais fatores que devem manter a demanda por alimentos em baixa. Para ele, apenas a expansão das linhas de produtos de maior valor agregado pode contribuir para incrementar o faturamento das empresas neste ano. (Jornal DCI)

06/01/16

Imagem: Setor Deve ter Concorrência Acirrada em 2016

As indústrias de cerveja vão enfrentar em 2016 uma competição mais acirrada pelos consumidores. Nesse cenário, as grandes empresas investirão mais em produtos de maior valor agregado para garantir uma rentabilidade maior com um volume menor de vendas. A Heineken, por exemplo, anunciou um aporte de R$ 1 bilhão para instalar uma fábrica em Itumbiara (GO) e ampliar a oferta de marcas premium. O grupo Petrópolis prevê lançar pelo menos um novo sabor para as linhas de cervejas especiais que já possui, das marcas Black Princess, Petra e Weltenburger. Para este ano ou 2017 a AB InBev deve promover a entrada do grupo Molson Coors no Brasil. (Valor)

05/01/16

Imagem: Vendas Recuaram 6% no Brasil em 2015

O volume de vendas de itens de linha branca no mercado brasileiro caiu 6% no ano passado, segundo o Euromonitor. O estudo, que analisa o mercado global, aponta que o resultado brasileiro só não foi pior do que o visto na Ucrânia, Rússia e Venezuela. No Brasil, as vendas do mercado de eletrodomésticos em volume apresentaram queda de 3%, incluindo o desempenho da linha branca e dos eletroportáteis. A única categoria que deve registrar resultados positivos em 2015 são os produtos para tratamento de ar, que tiveram avanço de 10% no período. Em análise mundial, o segmento deve ter alta de 2% em volume. (DCI)

05/01/16

Imagem: Mercado de Lingerie Recua 4,8% em 2015

O segmento de moda íntima encerrou o ano de 2015 com uma queda de 4,8% no consumo de peças, segundo estimativa da consultoria Iemi Inteligência de Mercado. Em volume, o número de unidades consumidas caiu para 443,86 milhões de peças, ante 466,14 milhões em 2014. Em valor nominal movimentado, o mercado de lingerie teve um incremento de 4,4%, somando R$ 2,87 bilhões. Em 2014, o setor movimentou R$ 2,75 bilhões. O desempenho no segmento de moda íntima foi um pouco melhor que o setor têxtil como um todo, que no ano apresenta queda de 5,6% em volume consumido, somando 6,64 bilhões de peças.

04/01/16

Imagem: Mercado Masculino de Beleza Cresce no Brasil

Produtos como xampu, sabonetes, produtos de barbear e cremes não saíram da lista de compras dos homens em 2015 e movimentaram cerca de US$ 5 bilhões em 2015, segundo estimativa da empresa de pesquisa Euromonitor International - uma alta de 7,1% ante a 2014. A Euromonitor prevê que o mercado de beleza masculino mantenha um ritmo de crescimento de 7,1% ao ano até 2019. Se essa previsão se concretizar, em quatro anos, o Brasil se tornará o maior mercado de cuidados pessoais para homens, movimentando US$ 6,7 bilhões e superando os Estados Unidos, que terão um mercado de US$ 6,4 bilhões em quatro anos.

04/01/16