Em nota à imprensa, a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad) e todas as entidades integrantes da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), defendem que a agenda de reformas do governo tenha continuidade - mesmo que o chefe do executivo venha a ser substituído. Ainda segundo as entidades, os números do trimestre indicam que o governo está no caminho certo e paralisar as reformas seria um péssimo sinal, que faria a confiança diminuir e a economia retroceder.
02/06/17
